"Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas..” Mt. 6:14-15.
"Os jovens se cansam e se fatigam, e os moços de exaustos caem, mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.." Is.40.30,31.
quinta-feira, 8 de outubro de 2020
sexta-feira, 26 de junho de 2020
EVANGELHO: A MELHOR NOTÍCIA EM TEMPOS DE CRISE!
PASTORAL IPEM - VENCENDO A ANSIEDADE! (Fp.4.6,7)
"Não fiquem preocupados com coisa alguma, mas, em tudo, sejam conhecidos diante de Deus os pedidos de vocês, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus..."
terça-feira, 15 de agosto de 2017
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
terça-feira, 22 de novembro de 2016
terça-feira, 1 de novembro de 2016
O DESAFIO DE AMAR A DEUS E AO PRÓXIMO!
N
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a tradição rabínica, a
Torah (Pentateuco), como o Talmud (tradição oral dos judeus) sempre teve um
papel importante na vida do povo hebreu. Os rabinos dividiam a lei em 613
mandamentos orais, distribuídos em 365 proibições e 248 prescrições. A tradição
oral dos judeus foi passada dos pais para os filhos, e passaram a ter uma forte
influência no dia-a-dia dos judeus e principalmente na sua pratica religiosa.
Diante de
tantas leis e tradições que envolviam o dia-a-dia dos judeus, Jesus foi
indagado sobre qual seria o maior mandamento. Em resposta a indagação, Jesus
Cristo resumiu a lei em dois mandamentos básicos e simples, porém profundos. O
primeiro mandamento: Amar a Deus sobre todas as coisas, com toda a alma, mente,
coração e forças, e o segundo mandamento: amar ao próximo como a si mesmo.
Jesus ressaltou que nestes dois mandamentos se resumia a lei e os profetas
(Mt.22.36-40).
Todo cristão sincero e consciente da graça e do amor de
Deus, indagado de seu amor para com Deus, provavelmente vai declarar muitas
“juras” de amor ao Senhor. Entretanto, o
maior teste para evidenciarmos o amor de Deus em nossas vidas é termos uma
atitude de obediência e compromisso para com Ele e Sua Palavra. Pessoas que amam
a Deus fazem de tudo para agradar a Deus. Honram a Deus com suas vidas, com seu
comportamento, com seus dons e talentos, com suas prioridades.
Pessoas
que amam a Deus não vivem na prática do pecado, pois neles está a
divina semente ... (1Jo.3.9) O amor por Deus traz à alma maravilhosos
benefícios. O fruto do Espírito se manifesta, Deus é louvado e glorificado.
Agostinho chegou a dizer certa vez: “Ame
a Deus e faça o que quiseres...” – Quando o amor de Deus está fluindo na
vida do cristão, este amor é perceptível no seu testemunho, nos seus valores e
na maneira como ele ser relaciona com os outros.
Neste
sentido os dois mandamentos dos quais Jesus resume a Lei estão profundamente
ligados, são intrínsecos. Não se pode afirmar um negando o outro. Ambos se complementam.
Quando afirmamos nosso amor por Deus, necessariamente teremos que demonstrar
amor pelas pessoas. Portanto, amar o próximo não é uma opção, é uma exigência e
uma consequência natural do cristão que ama a Deus.
Pensado nisto, temos o desafio de encarar o difícil
espaço dos relacionamentos interpessoais. Muitas barreiras impedem as pessoas
de viverem de forma harmoniosa umas com as outras. Esta dificuldade é notória
no âmbito familiar, profissional, social e eclesiástico. Isto acontece por que
somos pecadores. Nossa natureza pecaminosa é avessa a relacionamentos
saudáveis, produtivos e duradouros (Gl.5.17-21). Entretanto, o amor de Deus se
revela abundantemente na forma como amamos e nos interessamos pelas pessoas.
Afirmar que se ama a Deus e odiar ao irmão, é uma falácia! O apóstolo João
desmascara esta postura ao afirmar que não podemos amar a Deus a quem não
vemos, se não pudermos amar ao nosso próximo o qual contemplamos... (1Jo.4.20).
Portanto, nosso amor com Deus será evidenciado à medida que amarmos as pessoas,
principalmente aquelas que aos nossos olhos são incompatíveis à nossa maneira
de pensar e agir.
Pensando nisto, como vai seu amor por Deus hoje? Este
amor é compatível com a qualidade de seus relacionamentos? Você tem
experimentado uma verdadeira alegria em servir a Deus, em obedecê-Lo, em viver
em novidade de vida? Para dominarmos esta difícil arte de relacionar-se com
pessoas, a compreensão do amor de Deus por nós, é o caminho mais seguro para
nos sensibilizarmos com as pessoas e suas fraquezas. Atitudes, palavras e
posturas de amor são capazes de desarmar e transformar o comportamento de
outras pessoas. Uma vez constrangidos pelo amor de Deus, estaremos aptos para
amar as pessoas, e reproduzirmos na nossa relação com elas o que Deus fez por
nós!
Que Deus nos fortaleça como Igreja no sentido de
amarmos ao redentor de nossas vidas de todo coração, de toda a mente, de toda a
alma e com todas as forças, como também amarmos o nosso próximo como a nós
mesmos, deixando de lado o os melindres, o egoísmo e a autossuficiência. Que de
fato, possamos ser conhecidos como discípulos de Jesus Cristo pelas
demonstrações de amor, afeto e altruísmo uns pelos os outros (Jo.13.35). Que
Deus assim nos ajude. Amém!
Rev.
Gilberto Pires de Moraes
terça-feira, 18 de outubro de 2016
terça-feira, 27 de setembro de 2016
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
segunda-feira, 11 de julho de 2016
terça-feira, 26 de abril de 2016
NOVA SÉRIE IPEM - Abril e Maio
Data: 29.05.16 - Ec.4.9-12 - Sinergia conjugal: um desafio que vale a pena!
Data: 01.05.16 - 2Rs.20.1-11 - Põe em ordem a tua casa!
Data: 24.04.16 - 1Co.13.1-13 - Amar: uma atitude que vale a pena!
Data: 17.04.16 - 2Sm.12.1.1-14 - Arte de confrontar!
Data: 17.04.16 - Filemon - Quem é você nesta história? - Pr. Gil
Data: 10.04.16 - 1Ts.5.12-22 - Relacionamentos na Igreja
Data: 29.05.16 - Ec.4.9-12 - Sinergia conjugal: um desafio que vale a pena!
Data: 01.05.16 - 2Rs.20.1-11 - Põe em ordem a tua casa!
Data: 24.04.16 - 1Co.13.1-13 - Amar: uma atitude que vale a pena!
Data: 17.04.16 - 2Sm.12.1.1-14 - Arte de confrontar!
Data: 17.04.16 - Filemon - Quem é você nesta história? - Pr. Gil
Data: 10.04.16 - 1Ts.5.12-22 - Relacionamentos na Igreja
sábado, 2 de abril de 2016
A MENTIRA TEM PERNAS CURTAS!
O
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dia
1 de abril, é visto por muitos como o dia da mentira. Muitas brincadeiras e
anedotas são criadas em comemoração a este dia. Infelizmente a mentira é algo
que está alicerçado na natureza humana desde a sua queda. A mentira teve seu
nascedouro no Jardim do Éden, quando o diabo, o pai da mentira, seduziu a Eva
para pecar contra Deus comendo do fruto proibido. Satanás lubridiou a Adão e
Eva, dizendo que se comessem do fruto seriam como Deus, conhecedores do bem e
do mal (Gn.3.5). A partir da desobediência de Adão e Eva, tudo mudou, a
natureza foi afetada, o ser humano experimentou o pecado e experimentaria por
todas as gerações a dura realidade da morte (Rm.5.12; 6.23). Não é a toa que
Satanás recebeu o título de pai da mentira (Jo.8.44). Sendo um ser inteligente
e sagaz, ao longo dos séculos ele tem roubado matado e destruído vidas através
da mentira.
Vivemos numa nação, onde
infelizmente o estilo de vida de muitas pessoas está ligado e alicerçado à
mentira. Muitos se promovem e ganham espaço em suas realizações pessoais
investindo na prática da mentira. A mentira é uma prática que se encontra em
voga hoje nos discursos políticos e religiosos. Quando a mentira vem de “cima”
a coisa fica feia, pois há uma tendência das massas assumirem o exemplo de seus
liderados. O profeta Oséias denuncia esta realidade dizendo: “Ouvi a palavra
do Senhor, vós, filhos de Israel, porque o Senhor tem uma contenda com os
habitantes da terra, porque nela não há verdade, nem amor, nem
conhecimento de Deus. O que só prevalece é perjurar, mentir, matar,
furtar e adulterar, e há arrombamentos e homicídios sobre homicídios...
Todavia, ninguém contenda, ninguém repreenda; porque o teu povo é como os
sacerdotes aos quais acusa....” (Oseias 4.1,2,4). Esta “contenda” de Deus contra
o pecado das autoridades e da sociedade é notória também em nossos dias.
Precisamos orar para que a verdade do evangelho liberte o nosso povo da mentira
e do engano, e que a mudança comece das autoridades constituídas, sejam elas
políticas ou religiosas.
Há um arcabouço de práticas que
envolvem a mentira: adultério, corrupção, roubo, maledicência, hipocrisia,
religiosidade, etc. Todas estas práticas levam as pessoas a se afastarem de
Deus e receberem pelos seus atos a devida punição. Quando mentimos ferimos a
nós mesmos. Em Pv.12.22 está escrito: “Os lábios mentirosos são abomináveis ao
Senhor; mas os que praticam a verdade são o seu deleite.” O Sl.101.7
diz “o que usa de fraude não habitará
em minha casa; o que profere mentiras não estará firme perante os meus olhos.”
A parte que
cabe aos mentiroso, segundo as Escrituras, é o lago de fogo e enxofre a saber,
a segunda morte (Ap.21.8). O inferno será uma realidade para quem “ama e
pratica a mentira” (Ap.22.15). Ou seja, amar e praticar a mentira envolve um
estilo de vida, uma prática de vida. Se de fato somos filhos da luz, se já
conhecemos a liberdade em Cristo (Jo.8.32), temos que romper com qualquer
prática que envolva a mentira. Em linhas gerais, pode-se mentir de duas formas:
a) Com as pessoas: pode se usar a mentira
nos relacionamentos que envolvem: cônjuge, pais, filhos, amigos, patrão,
líderes, professores, liderados, autoridades, etc. A mentira aqui pode ocorrer
na maneira como nos comunicamos ou mesmo como nos comportamos. Por isto Paulo adverte:
“Pelo que deixai a mentira, e falai a
verdade cada um com o seu próximo, pois somos membros uns dos outros.” Ef. 4:25; “Não mintais uns aos outros, uma vez que vos
despistes do velho homem com os seus feitos..” Cl..3.9. – Não mentir
às pessoas é um importante mandamento recíproco que preserva a comunhão e a
integridade dos relacionamentos. A mentira nos relacionamentos gera
desconfiança, rouba a credibilidade e promove a dissenção.
b) Na maneira de viver: a mentira pode vir
acompanhada pela hipocrisia e demagogia. A hipocrisia consiste na arte de se
usar máscaras no palco da vida. Este tipo de mentira é comportamental, é cheia
de aparatos e expressões superficiais que não convencem por não serem genuínas
e nem demonstradas nas atitudes. Literalmente é usar máscaras. A demagogia, por sua vez é a arte de conduzir
as pessoas a uma falsa situação, ou seja, consiste em propor algo que não pode
ser posto em prática, visando benefícios ou compensações pessoais. Cabe a nós
fugirmos deste tipo de comportamento, e buscarmos em nosso dia-a-dia o espaço
da confissão, onde nossas máscaras caiam e imagem de Jesus se renove em nós a
cada dia.
Uma das
coisas que Deus mais honra é a sinceridade do seu povo, sinceridade esta que
desemboca em arrependimento e em busca por Deus. A sinceridade é irmã da
verdade. Ambas se complementam. Portanto, assuma, custe o que custar, a verdade
em sua vida. Deixe as máscaras caírem. Assuma seus erros e pecados perante Deus
e caminhe numa vida de sinceridade e transparência tanto para com Deus como
para os homens. Lembre-se: Deus prefere a oração de um publicano pecador que
não tem nada a oferecer do que a oração de um fariseu arrogante que não precisa
de arrependimento (Lc.18.,11 e 13). Em toda a nossa maneira de viver não há
como mentir prá Deus, Ele perscruta toda a nossa vida, Ele é onisciente e
onipresente, sabe tudo e está em todos os lugares, não há como se esconder
dele. Inclusive, ele nos adverte que tudo o que está oculto há de ser revelado
(Lc.12.2).
Queridos, que todos os dias sejam pra nós, dias
onde a verdade esteja impregnada em nossas mentes e corações. Vamos nos
alimentar da verdade (Sl.37.3); vamos andar na verdade (Sl.86.11); vamos
comprar a verdade e não vende-la de forma alguma (Pv.23.23). Que o Deus da
verdade nos use como instrumentos para libertar as pessoas das garras da
mentira. Amém!
Rev. Gilberto Pires de Moraequarta-feira, 23 de março de 2016
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
ACERTANDO O ALVO COMO IGREJA!
“Ouçam, vastas ilhas, prestem atenção, povos distantes: O
Eterno me pôs em ação desde o dia do meu nascimento. No momento em que entrei
no mundo, ele me chamou. Ele me municiou com palavras penetrantes. Manteve sua
mão sobre mim, para me proteger. Fez de mim sua flecha calibrada e me escondeu
em sua aljava. Ele me disse: “Você é meu servo amado, Israel, por meio de quem
brilharei...”. Bíblia – A mensagem!
Escute esta mensagem e acerte o alvo como membro do Corpo de Cristo!
Is.49.1-3 - Acertando o alvo como igreja - 28.02.16.mp3
Escute esta mensagem e acerte o alvo como membro do Corpo de Cristo!
Is.49.1-3 - Acertando o alvo como igreja - 28.02.16.mp3
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Precisamos mais do que nunca, lutar pela família!
https://www.youtube.com/watch?v=aDoJN7NjfTM
Inimigos terríveis tem se levantado, mas Deus por meio de Sua Palavra tem as diretrizes que precisamos para recuperar o que inimigo tem roubado!
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
"CRESCENDO COM SAÚDE"
"E perseveravam na doutrina dos apóstolos
e na comunhão, no partir do pão e nas orações. 43 Em cada alma havia temor; e
muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos..."
At.2.42-43.
D
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epois da ressurreição e ascensão de
Jesus, os discípulos aguardavam com expectativa a promessa de derramamento do
Espírito Santo (At.1.8). No dia do Pentecoste a Igreja experimentou um poderoso
revestimento de poder, e a partir de então a ordem da “grande comissão” passou
a ser concretizada, de maneira que o evangelho se expandiu de Jerusalém até os
confins da Terra. A igreja cresceu, multiplicou.
O crescimento da Igreja foi
vertiginoso, e este crescimento se manifestou em cinco aspectos importantes, a
saber:
1) Crescimento Numérico (evangelização): o impacto da ressurreição de Jesus e do revestimento do poder do
Espírito Santo trouxe sobre a comunidade de discípulos um ardor evangelístico
empolgante (At.4.33). Os crentes testemunhavam com ousadia o evangelho de Jesus
Cristo. O estilo de vida dos crentes atraía a simpatia das pessoas. Todos
queriam ouvir e conhecer o “caminho”. Para crescermos precisamos evangelizar
com palavras e com atitudes. O discurso tem que vir acompanhado de uma vida
cristã relevante e atraente. O melhor evangelismo é pela amizade, e por meio de
um testemunho que traga impacto sobre a vida das pessoas.
2) Crescimento Orgânico (comunhão): A
igreja primitiva era uma igreja onde os crentes se alegravam em estar juntos.
Deus ordenava a benção sobre aquela comunidade, devido a intensão comunhão que
eles tinham uns com os outros. Diz o texto que “diariamente eles perseveravam
unanimes, partiam o pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria
e singeleza de coração” (At.2.46). Eles viviam um “intenso acampamento”, onde o
amor e a pratica dos mandamentos recíprocos (uns aos outros) era vivenciados.
Uma das faces lindas do crescimento da igreja é quando os amor dos crentes é
revelado no ambiente da comunhão. A comunhão da igreja exala um “perfume” que
atrai pecadores.
3) Crescimento Conceitual (ensino): O
crescimento da igreja primitiva não era “oba-oba”, tinha ensino, tinha
doutrina, tinha conhecimento teórico e prático de Deus. O ensino dos apóstolos
era levado a sério, havia perseverança no ensino. Uma igreja sem ensino está
fadada a heresia, ao engano e a toda sorte de meninices espirituais. Precisamos
trabalhar para ser uma igreja “bereana” (At.17.11), uma igreja que examine a
Escritura com avidez.
4) Crescimento Diaconal (serviço):
A igreja primitiva era uma igreja que servia a Deus, com dons, talentos e bens.
Não havia necessitados entre eles (At.4.34; At.6); cada crente servia a
comunidade com seus dons espirituais. Não estamos na igreja para sermos
servidos mas para servir e exercer ministérios para a glória de Deus.
5) Crescimento Sensitivo (adoração): Por
fim, a igreja tinha um crescimento sensitivo. Eles tinham consciência do Deus
que adoravam. Eles sabiam que este Deus era poderoso e digno de toda honra e
glória. Uma igreja que adora a Deus na beleza da Sua Santidade cumprirá o seu
chamado, vivendo e se movendo para a glória de Deus. Nossa maior missão é
adorar e enaltecer a pessoa bendita de Jesus Cristo, por meio de toda nossa
vida...
Que Deus nos dê a benção como crentes de crescermos individualmente, de
crescermos como família e como comunidade. Que estas áreas de crescimento sejam
buscadas por todos nós, visando a glória de Deus e a edificação de pessoas.
Rev. Gilberto Pires de Moraes.
MALAWI: UM DESAFIO AFRICANO!
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os dias 10 a 17 de julho, eu, o Pr.
Alcindo e o Erick, tivemos a experiência de realizar uma viagem missionária na
República do Malawi, pais localizado na África Oriental. Nestes dias tivemos a
oportunidade de conhecer a cidade de Blantyre que é capital financeira do país
é observar fortes contrastes de uma minoria mais abastada e uma maioria pobre.
Visitamos alguns vilarejos juntamente com os pastores Marcos e Israel (pastores
da região). Nestas visitas apresentamos o “filme Jesus” na língua “Chichewa”
num telão improvisado em campo aberto. O filme foi apresentado em dois
vilarejos como uma participação de pelo menos 480 pessoas em cada evento.
Pregamos o evangelho, oramos pelos enfermos, entregamos roupas para as comunidades
carentes, e além disto tivemos a oportunidade de conhecer alguns obreiros da
região.
Em
suma, foi uma experiência muito rica, que nos sensibilizou a perceber a miséria
de um povo, e a urgência do evangelho ser pregado de forma integral nesta região.
O Malawi é um país do sul da África, que segundo a ONU, é um dos mais pobres do
mundo. O Malawi está numa das posições mais baixas do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e segundo
dados da Visão Mundial, cerca de 14% da população está infectada pelo vírus da
AIDS, a expectativa de vida é de 39 anos o que tem causado uma grande população
de órfãos, a estimativa é de que a nação tenha aproximadamente 550.000.
A água potável é um
nutriente indispensável para o ser humano, mas neste país a maioria das pessoas
não tem acesso a ela, muitas comunidades bebem uma água poluída, consequentemente
contraem bactérias, vírus e parasitas, principalmente as crianças.
Aproximadamente há 1,2
milhão de crianças órfãs, a maioria perdeu pai, mãe, avós e tios por causa do
número gigantesco de pessoas infectadas pela AIDS e outras doenças. Muitas
crianças lutam pela sobrevivência, porque não possuem uma alimentação saudável,
roupas, casa, escola, assistência médica ou até mesmo a presença de um adulto
para cuidar delas. Para se ter uma ideia, para cada 65.000 habitantes se tem um
médico. A taxa de mortalidade infantil é de 20%; 70% do país vive abaixo da linha da pobreza, com
uma inflação de 37,5%.
O
Malawi tem aproximadamente 80% de cristãos (católicos e protestantes), mas, a
miséria e a falta de infra-estrutura básica faz com que a Igreja de Jesus não
reflita as transformações num âmbito mais integral, que é a natureza do
Evangelho. Sendo assim, entendemos que urge uma ação da igreja brasileira para
ajudar a igreja local naquele país.
Ore pelo Malawi e pelos países que sofrem com a fome do corpo e da alma. Ore para que Deus levante mais obreiros nativos que preguem o evangelho com poder e autoridade. Ore para que Deus levante recursos materiais e humanos para o crescimento desta obra. A Missão Integral é um belo desafio para este contexto africano tão carente do evangelho e do poder de Deus. Que Deus nos ajude a cumprir o mandato da grande comissão aqui e nos confins da Terra. Hoje a noite trarei mais relatos para os irmãos da experiência da viagem, e informações de como podemos ajudar esta gente por meio da igreja que ali se reúne.
VIDA EM COMUNHÃO: SINAL DE UNIDADE!
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Este final de tempos, temos
diante de nós, o triste quadro
estatístico do crescimento da violência e do desrespeito aos direitos humanos.
O homem, apesar de ser um “ser” racional, se comporta como uma besta-fera, o
qual, sem misericórdia, dizima e abate seu próximo. Como Igreja, temos o
desafio de nos posicionar contra este terrível conflito social, que tem hoje
deixado as pessoas com muito medo e propensas a tornarem-se insensíveis e
cínicas ao mal que nos assola.
Jesus
disse que “nisto conhecereis que sois meus discípulos, se tivermos amor uns
pelos outros...” (Jo.13.35). A maior marca do discípulo, daquele que segue a
Jesus é o amor. O apóstolo Paulo em seu tratado sobre o amor em 1 Coríntios 13,
diz que o amor é benigno, é paciente, não é ciumento, não procura seus
interesses, não é soberbo, etc. O amor deve ser a maior marca de uma igreja.
Amar quem nos ama, já não tem sido muito fácil, imaginem, amar nossos inimigos.
Não é fácil amar as pessoas que nos incomodam, que nos fazem mal. Amar nestas
circunstâncias de inimizade, é uma linda demonstração de como o caráter de
Jesus está sendo formado em nós; é uma demonstração de como a vida de Jesus,
deixa em nós traços de excelência e misericórdia.
Amados,
se quisermos influenciar o mundo necessitamos ser mais sensíveis aos nossos
“domésticos”, e neste grupo está incluído, nossa família e nossos irmãos da
Igreja. É uma incoerência dizer que estamos dispostos a amar os perdidos, se
não conseguimos amar aqueles nos quais comungamos semanalmente. Note, que na
Igreja Primitiva, além da Palavra e da Oração, eles tinham como marca
distintiva, a Comunhão. Uma comunhão viva, alegre, contagiante e autêntica.
Aqueles crentes atraíam a simpatia de todo o povo, porque eles se amavam. Não
era algo forçado, imposto, mas era uma prática espontânea, fruto do amor e da
misericórdia de Deus, em suas vidas. O amor e a comunhão são elementos
provenientes da graça preciosa de Jesus Cristo em nossas vidas. Nos amamos,
porque Ele nos amou primeiro. Quem ama é nascido de Deus, pois nele está a
divina semente.
O cristão que tem um coração amoroso, não gosta de briga, de dissenções, de mostrar que é o “tal”; não gosta de partidarismos, não gosta do pecado, de injustiça, de divisão, pelo contrário, esta aberto e feliz em ser um agente promotor de comunhão, se depender dele, ele tem paz com todos os homens, sofre o dano, suporta o irmão mesmo como um “fardo”. Ser cristão maduro é estar aberto para o trato de Deus nas relações humanas, amando e considerando o nosso próximo superior a nós mesmos, o contrário a isto, cheira religiosidade, legalismo e hipocrisia.
Que
Deus nos dê a graça de experimentarmos em plenitude a vida em comunhão.
Comunhão com Deus, que naturalmente desemboca em comunhão com o próximo. Só
assim Deus ordenará a bênção e a vida para sempre. Que Deus nos ajude. Amém.
Rev.
Gilberto Pires de Moraes.
OS PEQUENOS GRUPOS NA IGREJA PRIMITIVA!
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esde os primeiros
dias a Igreja reunia-se em lares. Todas as atividades associadas à comunidade
dos redimidos realizavam-se nas casas. Partiam o pão juntos, alimentavam-se
juntos e louvavam a Deus no culto doméstico (At.2.46,47). Por meio deste
compartilhar nos lares, muitas pessoas que não criam foram alcançadas. Os
crentes eram estimados por todos, e muitos foram convertidos. A evangelização
era um dos resultados do encontro dos crentes nas casas.
Além de cultuar e partilhar o pão
juntos, vemos que os crentes ensinavam e pregavam em suas casas, bem como no
pátio do templo (At.5.42).
A oração era um elemento importante
nas reuniões caseiras da igreja primitiva. Um grupo encontrava-se na casa de
Maria orando para que Pedro fosse solto da prisão quando, Deus respondeu de
forma miraculosa (At.12.12-17). Também a poderosa reunião de oração mencionada
após a primeira prisão de Pedro provavelmente ocorreu em um lar (At.4.31).
Os relatórios sobre o trabalho de Deus
eram fatos nesses grupos domésticos. O encontro em pequenos grupos possibilita
um compartilhar mais íntimo. Quando Pedro e João foram libertos da prisão,
voltaram e compartilharam com os companheiros o
que Deus havia
feito (At.4.23). Em At.12.17, Pedro não só relata os acontecimentos ao
grupo doméstico, mas diz aos cristãos que os anunciem “a Tiago e aos irmãos”
também.
No N.Testam. existem muitos outros
exemplos de reuniões em casas. Paulo estava ensinando em um cenáculo em Trôade
na véspera de sua viagem quando Êutico, que dormia, caiu e morreu. Paulo
ressuscitando-o e continuou a reunião na casa até o amanhecer, quando viajou
(At.20.7-12). Outra vez, em Éfeso, ao dar sua mensagem de despedida aos
presbíteros, Paulo lembrou-os de que os ensinava publicamente e de casa em casa
(At.20.20).
A Igreja primitiva era um movimento
fundamentado nos lares. Apesar de o ensino e a pregação serem feitos
publicamente, no pátio do templo, nas sinagogas e nos camplos abertos, a
verdadeira vida da igreja acontecia nas casas. O lar de Áquila e Priscila foi a base da igreja de
Éfeso e, mais tarde, de Roma (1 Co.16.19 e Rm.16.3-5). A igreja de Laodicéia
encontrava-se na casa de Ninfa (Cl.4.15), enquanto a igreja de Colossos reunia-se
na casa de Filemom (Fm.2).
Um dos padrões que emerge de um
estudo da Igreja do Novo Testamento é o da estrutura complementar dos pequenos
e grandes grupos . O culto nos grandes grupos e o compartilhar nos pequenos
grupos são estruturas básicas e complementares. Vários dos versículos citados
acima salientam esse aspecto da vida da Igreja. “E todos os dias, no
templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar, e de pregar Jesus, o
Cristo” (At.5.24; At.2.46).
Esse padrão de pequeno grupo-grande
grupo foi eficaz tanto para o testemunho quanto para a vida em comum da Igreja.
Um dos resultados mais importantes desse padrão foi o surpreendente crescimento
da Igreja primitiva.
Diante destes padrões bíblicos
referentes ao crescimento da Igreja, é importante que todos nós como Igreja nos
mobilizemos no sentido de resgatar estes princípios para os nossos dias. Ore e
se envolva com o desafio do “Discipulado” e do trabalho com pequenos grupos. Isto proporcionará o crescimento
integral da Igreja. Que Deus assim nos
ajude!
Rev.
Gilberto Pires de Moraes
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